Após uns tempos bastante ocupados e cheios de acontecimentos, foi preciso cerca de um mês até me sentir capaz de começar a relatar novamente um pouco do que se vai passando na minha vida.
Assim retomo agora o rumo do blog com este post.
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2009-06-03
2009-04-26
Rescaldumumum1m...
Havidos tempos passados...
...foi feliz!
Dois jantares... muita e boa gente... boa disposição... bons momentos... um dia do estilo "normal", mas conforme eu quis, e por isso, feliz... e apesar de poder pensar que poderia ter sido 200% do que foi, sou feliz com o 100% que realmente tive.

Às vezes não é preciso levar tudo ao máximo e ao limite para ser realmente bom.
Às vezes apenas uns poucos pormenores fazem toda a diferença... o resto são detalhes.

E há o pouco, que é muito e que vale tudo e faz ser feliz... em todos os momentos.
...foi feliz!
Dois jantares... muita e boa gente... boa disposição... bons momentos... um dia do estilo "normal", mas conforme eu quis, e por isso, feliz... e apesar de poder pensar que poderia ter sido 200% do que foi, sou feliz com o 100% que realmente tive.

Às vezes não é preciso levar tudo ao máximo e ao limite para ser realmente bom.
Às vezes apenas uns poucos pormenores fazem toda a diferença... o resto são detalhes.

E há o pouco, que é muito e que vale tudo e faz ser feliz... em todos os momentos.
(e a festa dura... ainda só agora começou.)
2009-04-19
Enquadramento na Vida
Heroi ou Vítima?
Qual a tua opção?
Qual a tua postura?
Qual a tua atitude?
Qual das duas é a tua forma de estar na vida?
Em reflexão sobre a forma de estar de todos nós nas nossas vidas, inúmeras vezes as ideias me surgiam no sentido desta perspectiva. Agora a questão tornou-se assim, simples.
Olhando para as atitudes e reacções de todos nós, pode-se claramente destacar os "herois", que estão bem, sentem-se bem, falam, agem, dinamizam, e encaram tudo com simplicidade e frontalidade e quando algo está mal estão logo dispostos a resolver, muitas das vezes com um largo sorriso na cara.
Depois existem as "vítimas", que nunca se sentem e raramente se mostram bem, todo o momento positivo vem acompanhado de uma imensa noção de esforço pró-social, encaram tudo em negativismo e por vezes até admitem serem válidas e legítimas "soluções" nas opções mais escuras (e... sinceramente... há cada pensamento mais primitivo por aí à solta). Nunca agem no sentido da solução (apenas esperam que ela se desenrole), se estão mal a culpa nunca é deles mas sim de tudo à volta, e quando têm atitudes frontais são sempre para buscar a crítica negativa e a destruição "heroica", como se isso lhes desse reputação ou ego. Resumidamente, são os "coitadinhos".
Assim, exendendida a questão, é possivel constatar que, entre variadíssimas decisões diárias, o rumo certo para todas pode ser encontrado nesta simples questão:
Queres ser "heroi", ou apenas mais uma "vítima"?
Queres ser recordado, ou ser apenas mais um?
Queres ser adorado e feliz, ou ser ignorado e infeliz?
Queres trazer bom ânimo e bem estar, ou queres ser um "extra", e pontualmente até ser um fardo?
A opção é tua!
É impossível ser-se perfeito e é muito difícil, em certos momentos, tomar a opção certa, mas se cada vez mais decidires pelo caminho certo, tudo melhora, e assim consegues tornar-te cada vez mais um "heroi".
Qual a tua opção?
Qual a tua postura?
Qual a tua atitude?
Qual das duas é a tua forma de estar na vida?
Em reflexão sobre a forma de estar de todos nós nas nossas vidas, inúmeras vezes as ideias me surgiam no sentido desta perspectiva. Agora a questão tornou-se assim, simples.
Olhando para as atitudes e reacções de todos nós, pode-se claramente destacar os "herois", que estão bem, sentem-se bem, falam, agem, dinamizam, e encaram tudo com simplicidade e frontalidade e quando algo está mal estão logo dispostos a resolver, muitas das vezes com um largo sorriso na cara.
Depois existem as "vítimas", que nunca se sentem e raramente se mostram bem, todo o momento positivo vem acompanhado de uma imensa noção de esforço pró-social, encaram tudo em negativismo e por vezes até admitem serem válidas e legítimas "soluções" nas opções mais escuras (e... sinceramente... há cada pensamento mais primitivo por aí à solta). Nunca agem no sentido da solução (apenas esperam que ela se desenrole), se estão mal a culpa nunca é deles mas sim de tudo à volta, e quando têm atitudes frontais são sempre para buscar a crítica negativa e a destruição "heroica", como se isso lhes desse reputação ou ego. Resumidamente, são os "coitadinhos".
Assim, exendendida a questão, é possivel constatar que, entre variadíssimas decisões diárias, o rumo certo para todas pode ser encontrado nesta simples questão:
Queres ser "heroi", ou apenas mais uma "vítima"?
Queres ser recordado, ou ser apenas mais um?
Queres ser adorado e feliz, ou ser ignorado e infeliz?
Queres trazer bom ânimo e bem estar, ou queres ser um "extra", e pontualmente até ser um fardo?
A opção é tua!
É impossível ser-se perfeito e é muito difícil, em certos momentos, tomar a opção certa, mas se cada vez mais decidires pelo caminho certo, tudo melhora, e assim consegues tornar-te cada vez mais um "heroi".
2009-04-18
Risco, O.
Já tantas e tantas vezes tive vontade de botar tudo abaixo de uma vez.
Tantas e tantas vezes que surge aquela vontade de quebrar as barreiras da tolerância, do controlo, do bom senso, e por vezes do respeito, e despejar toda a emoção e todas as razões que nos enchem a alma e a cabeça (respectivamente), umas vezes por o sentimento ser forte demais que realmente custa a controlar (e custa... mesmo!), outras vezes porque o desejo é tão grande e as barreiras tão longas que dá vontade de... vá lá... tomar um atalho direitinho ao destino.
=P
A questão que prevalece é:
Valerá a pena, por vezes, deixarmo-nos correr riscos, quebrando o politicamente correcto, para que por um bem maior se supere a situação?
Será legítimo poder tomar "atalhos de risco" para que se atinja um bem?
Penso e continuo a sentir que o risco continua a superar a vontade.
...mas há momentos... por vezes quase dias ou tardes inteiras, até...
Continuamente mantenho esta atitude... mas a loucura está aí muitas vezes à porta.
Tranquilidade, um pouco de paz e paciência são os ingredientes-chave contra O Risco.
Tantas e tantas vezes que surge aquela vontade de quebrar as barreiras da tolerância, do controlo, do bom senso, e por vezes do respeito, e despejar toda a emoção e todas as razões que nos enchem a alma e a cabeça (respectivamente), umas vezes por o sentimento ser forte demais que realmente custa a controlar (e custa... mesmo!), outras vezes porque o desejo é tão grande e as barreiras tão longas que dá vontade de... vá lá... tomar um atalho direitinho ao destino.
=P
A questão que prevalece é:
Valerá a pena, por vezes, deixarmo-nos correr riscos, quebrando o politicamente correcto, para que por um bem maior se supere a situação?
Será legítimo poder tomar "atalhos de risco" para que se atinja um bem?
Penso e continuo a sentir que o risco continua a superar a vontade.
...mas há momentos... por vezes quase dias ou tardes inteiras, até...
Continuamente mantenho esta atitude... mas a loucura está aí muitas vezes à porta.
Tranquilidade, um pouco de paz e paciência são os ingredientes-chave contra O Risco.
2009-04-15
19 Sorrisos... e meio.
«É impossível ficar indiferente quando alguém nos faz um sorriso aberto e sincero. Ninguém é imune àquela que foi considerada a mais subtil das expressões humanas e, mesmo sem termos consciência, todos reagimos a um sorriso. São muito raros os que permanecem gelados e, quando acontece, revelam uma insensibilidade quase chocante.
Em matéria de reacções bizarras, aliás, abro aqui um parêntesis para referir as inúmeras vezes que nos cruzamos em elevadores com pessoas impassíveis e incapazes de cumprimentar à entrada ou à saída. Confesso que esta casta de gente olimpicamente alheia à presença física dos outros me incomoda e perturba sempre. Ou seja, não consigo nunca deixar de reparar na falta de educação daqueles que entram e saem de um cubículo, que sobe e desce carregado de pessoas, como se não as vissem nem ouvissem. E fecho o parêntesis.
Pode acontecer não devolvermos um sorriso por excesso de distracção ou por uma preocupação súbita mas, na realidade, reparamos sempre que alguém nos sorri. O sorriso é uma linguagem silenciosa, que diz tanto ou mais do que as próprias palavras e traduz muito daquilo que em nós permanece mudo ou, de alguma forma, secreto.
As pessoas também se revelam pela naturalidade e facilidade com que sorriem. Mais ou menos frequentes, na realidade existem sorrisos polidos, elegantes, irónicos, francos, acolhedores, sedutores, felizes, tímidos, cúmplices, generosos, defensivos, corajosos, comovidos, desarmantes, e por aí adiante. Dizem os especialistas que há 19 tipos de sorriso e que cada um convoca músculos diferentes e transmite ao cérebro mensagens distintas. Ou seja, antes de ser um sinal afectivo, é um mecanismo cerebral, pois tudo começa por um estímulo da parte anterior do hipotálamo, uma glândula situada na base do cérebro. Os cientistas citados pela revista Psychologies esclarecem que, tal como uma onda, esta excitação inicial transmite um fluxo nervoso ao sistema límbico, que é, por definição, o lugar das emoções. Assim sendo, o tónus muscular relaxa e desenham-se as expressões faciais de simpatia, prazer ou contentamento.
Curiosamente, se o estímulo começar na parte posterior do hipotálamo, as reacções faciais são de zanga, ira ou desprazer. Há sorrisos famosos e eternos, como o de Mona Lisa; e há outros completamente anónimos, mas que nos tocam e são capazes de transformar uma situação banal num momento especial.
Olhando para esta casta de sorrisos possíveis e imaginários, até posso concordar que existam 19 tipos de sorrisos, mas atrevo-me a juntar mais um: o meio sorriso, sempre tão misterioso e atraente.»
Não sei como é que me fui lembrar deste texto sobre essa fantástica expressão que tanta influência tem sobre qualquer ser de comportamento humano, nem tão pouco me consigo lembrar de onde o li pela primeira vez, mas reconheço que concordo em absoluto com o seu conteúdo.
Após leitura, é saliente a conclusão do que mais obviamente devemos aprender:
...porque sim!
...porque é preciso!
Em matéria de reacções bizarras, aliás, abro aqui um parêntesis para referir as inúmeras vezes que nos cruzamos em elevadores com pessoas impassíveis e incapazes de cumprimentar à entrada ou à saída. Confesso que esta casta de gente olimpicamente alheia à presença física dos outros me incomoda e perturba sempre. Ou seja, não consigo nunca deixar de reparar na falta de educação daqueles que entram e saem de um cubículo, que sobe e desce carregado de pessoas, como se não as vissem nem ouvissem. E fecho o parêntesis.
Pode acontecer não devolvermos um sorriso por excesso de distracção ou por uma preocupação súbita mas, na realidade, reparamos sempre que alguém nos sorri. O sorriso é uma linguagem silenciosa, que diz tanto ou mais do que as próprias palavras e traduz muito daquilo que em nós permanece mudo ou, de alguma forma, secreto.
As pessoas também se revelam pela naturalidade e facilidade com que sorriem. Mais ou menos frequentes, na realidade existem sorrisos polidos, elegantes, irónicos, francos, acolhedores, sedutores, felizes, tímidos, cúmplices, generosos, defensivos, corajosos, comovidos, desarmantes, e por aí adiante. Dizem os especialistas que há 19 tipos de sorriso e que cada um convoca músculos diferentes e transmite ao cérebro mensagens distintas. Ou seja, antes de ser um sinal afectivo, é um mecanismo cerebral, pois tudo começa por um estímulo da parte anterior do hipotálamo, uma glândula situada na base do cérebro. Os cientistas citados pela revista Psychologies esclarecem que, tal como uma onda, esta excitação inicial transmite um fluxo nervoso ao sistema límbico, que é, por definição, o lugar das emoções. Assim sendo, o tónus muscular relaxa e desenham-se as expressões faciais de simpatia, prazer ou contentamento.
Curiosamente, se o estímulo começar na parte posterior do hipotálamo, as reacções faciais são de zanga, ira ou desprazer. Há sorrisos famosos e eternos, como o de Mona Lisa; e há outros completamente anónimos, mas que nos tocam e são capazes de transformar uma situação banal num momento especial.
Olhando para esta casta de sorrisos possíveis e imaginários, até posso concordar que existam 19 tipos de sorrisos, mas atrevo-me a juntar mais um: o meio sorriso, sempre tão misterioso e atraente.»
Por: Laurinda Alves in Correio do Vouga - 2005
Não sei como é que me fui lembrar deste texto sobre essa fantástica expressão que tanta influência tem sobre qualquer ser de comportamento humano, nem tão pouco me consigo lembrar de onde o li pela primeira vez, mas reconheço que concordo em absoluto com o seu conteúdo.
Após leitura, é saliente a conclusão do que mais obviamente devemos aprender:
Com 19 sorrisos (e meio...) para usar, porque não os usamos mais vezes?
SORRI!
...porque sim!
...porque é preciso!
=)
(e em jeito de slogan)
«Mil sorrisos por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.»
2009-04-14
2009-04-07
goal:adrhtoen
status:
you'd do better not think about it
enjoy life and later the sun will shine
patience pays! (some say)
momento aleatório do dia com teor reflectivo e pseudo-artistico
aliando a paisagem fim-tardina do terraço do plaza
detalhe irónico:
passo o tempo a concluir que o melhor é não pensar...
mas isso leva-me a estar sempre a lembrar...
...q logica brilhante...
you'd do better not think about it
enjoy life and later the sun will shine
patience pays! (some say)
momento aleatório do dia com teor reflectivo e pseudo-artistico
aliando a paisagem fim-tardina do terraço do plaza
detalhe irónico:
passo o tempo a concluir que o melhor é não pensar...
mas isso leva-me a estar sempre a lembrar...
...q logica brilhante...
2009-04-04
2009-03-24
Novo Fogo
Nasceu o novo dia.
Um novo início, uma nova inspiração. Uma nova paz.
Brilhares intermitentes surgem para ofuscar a velha tempestade.
Tudo simples. Tudo parece novo. Tudo parece bem.
Perdeu sentido o velho desânimo.
Perdeu sentido a confusão.
Uma súbita brisa parece elevar todo o ânimo.
Numa óbvia ideia, constata-se a presença dela:
Primavera!
Há nova vida para viver!
Um interminável fôlego encheu de ar o povo.
É agora tempo de sentir o mundo puro.
É tempo de sentir a cor dos dias.
E o cheiro do nascer, e calma do anoitecer.
É para sentir com toda a intensidade
O novo fogo que nasceu para toda a alma.
Agora é para Viver!

Num dia positivo, entre a magia do súbito bem estar e ânimo, e entre nuvens e raios de sol, a Natureza brindou-nos com um magnífico céu vermelho, que numa maltratada fotografia captei.
Sim... estou bastante descritivo, eu sei. =P
Um novo início, uma nova inspiração. Uma nova paz.
Brilhares intermitentes surgem para ofuscar a velha tempestade.
Tudo simples. Tudo parece novo. Tudo parece bem.
Perdeu sentido o velho desânimo.
Perdeu sentido a confusão.
Uma súbita brisa parece elevar todo o ânimo.
Numa óbvia ideia, constata-se a presença dela:
Primavera!
Há nova vida para viver!
Um interminável fôlego encheu de ar o povo.
É agora tempo de sentir o mundo puro.
É tempo de sentir a cor dos dias.
E o cheiro do nascer, e calma do anoitecer.
É para sentir com toda a intensidade
O novo fogo que nasceu para toda a alma.
Agora é para Viver!

Num dia positivo, entre a magia do súbito bem estar e ânimo, e entre nuvens e raios de sol, a Natureza brindou-nos com um magnífico céu vermelho, que numa maltratada fotografia captei.
Sim... estou bastante descritivo, eu sei. =P
2009-03-19
Circo de Feras
Enquanto esperava no fundo da rua,
pensava em ti e em que sorte era a tua...
Confusão, incoerência, aleatoriedade...
...tá difícil!
Precisa-se de paz e razão de volta!
...tenho visto muito pouco "sentido" na minha vida recente...
pensava em ti e em que sorte era a tua...
Confusão, incoerência, aleatoriedade...
...tá difícil!
Precisa-se de paz e razão de volta!
...tenho visto muito pouco "sentido" na minha vida recente...
2009-03-18
Meu lugar
porque és...
...a minha terra
...o meu caminho
...e o meu lugar

Porto: Cidade Invicta
Meu lugar, do meu coração!
Mais um belo fim de tarde fotográfico pela minha cidade.
A noite terminou ainda melhor com uma bela vitória
do melhor clube do mundo: o meu FC PORTO
Dias simples, momentos simples, vida simples!
A paz e a felicidade são simplesmente simples!
( ...redundâncias ftw =P )
2009-03-06
Imprevisivelmente Fantástico!
Já pensei muito.
Já pensei bem. Já pensei mal.
Já fui optimista... já caí no pessimismo.
Já sonhei... e sonhei alto! Também já quis algo pequenino sem esperar demais...
...e agora quero parar.
Quero parar de "pensar", de desejar, de sonhar, e render-me à imprevisibilidade da vida.
Têm sido vários os momentos nos mais recentes meses da minha vida em que, do nada, "caem" bons momentos e situações imprevistas que têm embelezado todo o panorama da minha vida.
Com isto surgiu um pensamento que cada vez mais faz sentido:
"As melhores coisas não são planeadas. São imprevistas, e surgem p'ra fazer de um dia normal, um dia especial!"
...hoje tive mais uma razão p'ra pensar assim =D
Já pensei bem. Já pensei mal.
Já fui optimista... já caí no pessimismo.
Já sonhei... e sonhei alto! Também já quis algo pequenino sem esperar demais...
...e agora quero parar.
Quero parar de "pensar", de desejar, de sonhar, e render-me à imprevisibilidade da vida.
Têm sido vários os momentos nos mais recentes meses da minha vida em que, do nada, "caem" bons momentos e situações imprevistas que têm embelezado todo o panorama da minha vida.
Com isto surgiu um pensamento que cada vez mais faz sentido:
"As melhores coisas não são planeadas. São imprevistas, e surgem p'ra fazer de um dia normal, um dia especial!"
...hoje tive mais uma razão p'ra pensar assim =D
2008-11-24
"Onde errei?"
"Por vezes perguntamos a nós mesmos:
Onde e k erramos!?"
Esta semana vi esta ideia escrita e isso fez-me surgir um sem número de ideias que a ela se associaram. Inúmeras vezes também a mim passou pelo coração o mesmo sentimento de incompreensão e frustração, de me sentir erradamente julgado por algo que não voluntariamente causei.
É certo que sei o contexto em que a frase se integra, e claro, cada história é uma história e, estando também a ser alvo do mesmo tipo de julgamento sei a situação varia em cada caso, mas a verdade é que é sempre um erro quando acontece.
Todo o ser humano é livre de viver descontraído, e não lhe cabe nenhuma obrigação em prevenir que as suas palavras e actos não sejam interpretados com o intuito que foram realizados.
É comum, e lógico, que no dia a dia haja alguma, mínima, preocupação em saber ser bem entendido. Porém, ninguém deve, de forma alguma, viver a pensar naquilo que as restantes pessoas irão julgar daquilo que fez. O esforço para assim fazer é enorme e cedo chegará a conclusão de que nunca é possível controlar em absoluto as interpretações das nossas acções e palavras.
Logo, e "para mal dos pecados" de todos nós, por muito que alguém se precavenha, acaba sempre por, às vezes, ser mal interpretado.
Dito isto, o certo é viver-se com espontaneadade e descontracção e não andar-se preocupado com o que à volta pensam ou irão pensar por fazer X ou Y.
Ora, considerando tudo o que está acima escrito, é certo que TODOS acabamos por nos depararmos com situações como a da frase citada, em que se tem a sensação de se julgar poder ter errado pois se está a ser incorrectamente tratado em função de algum facto errado e muitas vezes pouco se pode fazer para mudar a situação.
Agora, a verdadeira questão é: como resolver e evitar estas situações?
Simples. Muito simples. Apenas é preciso fazer aquilo que é mais natural entre dois humanos: FALAR!
Basta apenas que todos nós saibamos ter coragem e avontade para dialogar normalmente com alguém sobre quem tenhamos alguma dúvida e nunca partirmos para qualquer tipo de acção que julgue essa pessoa em função de algo que não sabemos!
Se algo de estranho se passa com alguém com quem nos bem damos, qual parece a atitude normal? parece normal julgar essa pessoa pela "estranheza" da situação? ou deveremos naturalmente conversar para a esclarecer?
É esta a pergunta que todos têm de fazer a si mesmos antes de partirem para alguma atitude mal fundamentada sobre alguém!
E é assim, conversando com a pessoa em questão que, e por vezes com a maior das simplicidades, se evitam situações completamente desnecessárias e que provocam tristeza e desânimo a quem é vítima de uma conclusão precipitada!
Quem mais pode realmente explicar o que é "estranho" do que a própria pessoa?
"Sobre mim, só eu sei! Sobre mim falo eu!"
Onde e k erramos!?"
Esta semana vi esta ideia escrita e isso fez-me surgir um sem número de ideias que a ela se associaram. Inúmeras vezes também a mim passou pelo coração o mesmo sentimento de incompreensão e frustração, de me sentir erradamente julgado por algo que não voluntariamente causei.
É certo que sei o contexto em que a frase se integra, e claro, cada história é uma história e, estando também a ser alvo do mesmo tipo de julgamento sei a situação varia em cada caso, mas a verdade é que é sempre um erro quando acontece.
Todo o ser humano é livre de viver descontraído, e não lhe cabe nenhuma obrigação em prevenir que as suas palavras e actos não sejam interpretados com o intuito que foram realizados.
É comum, e lógico, que no dia a dia haja alguma, mínima, preocupação em saber ser bem entendido. Porém, ninguém deve, de forma alguma, viver a pensar naquilo que as restantes pessoas irão julgar daquilo que fez. O esforço para assim fazer é enorme e cedo chegará a conclusão de que nunca é possível controlar em absoluto as interpretações das nossas acções e palavras.
Logo, e "para mal dos pecados" de todos nós, por muito que alguém se precavenha, acaba sempre por, às vezes, ser mal interpretado.
Dito isto, o certo é viver-se com espontaneadade e descontracção e não andar-se preocupado com o que à volta pensam ou irão pensar por fazer X ou Y.
Ora, considerando tudo o que está acima escrito, é certo que TODOS acabamos por nos depararmos com situações como a da frase citada, em que se tem a sensação de se julgar poder ter errado pois se está a ser incorrectamente tratado em função de algum facto errado e muitas vezes pouco se pode fazer para mudar a situação.
Agora, a verdadeira questão é: como resolver e evitar estas situações?
Simples. Muito simples. Apenas é preciso fazer aquilo que é mais natural entre dois humanos: FALAR!
Basta apenas que todos nós saibamos ter coragem e avontade para dialogar normalmente com alguém sobre quem tenhamos alguma dúvida e nunca partirmos para qualquer tipo de acção que julgue essa pessoa em função de algo que não sabemos!
Se algo de estranho se passa com alguém com quem nos bem damos, qual parece a atitude normal? parece normal julgar essa pessoa pela "estranheza" da situação? ou deveremos naturalmente conversar para a esclarecer?
É esta a pergunta que todos têm de fazer a si mesmos antes de partirem para alguma atitude mal fundamentada sobre alguém!
E é assim, conversando com a pessoa em questão que, e por vezes com a maior das simplicidades, se evitam situações completamente desnecessárias e que provocam tristeza e desânimo a quem é vítima de uma conclusão precipitada!
Quem mais pode realmente explicar o que é "estranho" do que a própria pessoa?
"Sobre mim, só eu sei! Sobre mim falo eu!"
2008-11-23
UD:Génesis
Ao primeiro dia, Ele fez a luz e as trevas e assim apareceu o dia e a noite.
No segundo dia, fez o céu o ar e o mar e assim começou a harmonia.
Ao terceiro dia, montes, montanhas, colinas, vales e todas as árvores, frutos e flores surgiram para assim fazer-se a paisagem.
Ao quarto dia, apareceu a lua e as estrelas distantes para iluminar a noite, e o sol para aquecer o dia.
No quinto dia, a vida emergiu com pássaros e peixes para animar o mundo com alegria e paz.
E no sexto dia, fez-se o homem! Com ele também nasceram todos os demais animais terrestres e assim ficou completa toda a harmonia para a nossa existência.
Ao sétimo dia, Deus contemplou a sua criação e descansou. Entretanto, eu aproveitei logo o dia, e às 5:08 vim logo agitar as coisas porque isto não é cá p'ra descansos e férias é só no verão!
Toca a acordar tudo que agora é que se vai falar a sério!
E assim nasceu o unicame.blogspot.com
Este é um blog de ideias, mensagens, curiosidades. De tudo um pouco aqui poderá surgir.
Não é de forma alguma um diário, nem tão pouco um relato temporal, mas irá certamente reflectir parte da minha pessoa e daquilo que a minha vida me fez saber e conhecer o que o torna simultâneamente pessoal e público.
Aqui direi, tal como esta escrito na descrição, aquilo que me apetecer... mas com sentido!
No segundo dia, fez o céu o ar e o mar e assim começou a harmonia.
Ao terceiro dia, montes, montanhas, colinas, vales e todas as árvores, frutos e flores surgiram para assim fazer-se a paisagem.
Ao quarto dia, apareceu a lua e as estrelas distantes para iluminar a noite, e o sol para aquecer o dia.
No quinto dia, a vida emergiu com pássaros e peixes para animar o mundo com alegria e paz.
E no sexto dia, fez-se o homem! Com ele também nasceram todos os demais animais terrestres e assim ficou completa toda a harmonia para a nossa existência.
Ao sétimo dia, Deus contemplou a sua criação e descansou. Entretanto, eu aproveitei logo o dia, e às 5:08 vim logo agitar as coisas porque isto não é cá p'ra descansos e férias é só no verão!
Toca a acordar tudo que agora é que se vai falar a sério!
E assim nasceu o unicame.blogspot.com
Este é um blog de ideias, mensagens, curiosidades. De tudo um pouco aqui poderá surgir.
Não é de forma alguma um diário, nem tão pouco um relato temporal, mas irá certamente reflectir parte da minha pessoa e daquilo que a minha vida me fez saber e conhecer o que o torna simultâneamente pessoal e público.
Aqui direi, tal como esta escrito na descrição, aquilo que me apetecer... mas com sentido!
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